quarta-feira, 20 de maio de 2009

Lamechices...


Foi há uma semaninha que no final de um treino de corrida de 1h20m magoei o meu pé direito. A primeira hora e dez em relva e o final em alcatrão, até que surgiu uma dor na parte superior do pé, que me obrigou a parar. Ligeira inflamação, ida ao José Santos, reencaminhamento para o Amadora-Sintra com suspeita de fractura de esforço, mas felizmente nada, possivelmente sim, uma lesão ao nível dos tecidos do dito. Os 10 km de Vendas Novas, impossível, a meia-maratona dos palácios impossível será e o Circuito dos Três Cântaros a ver vamos. Para já, continuo sem conseguir correr. Na bicicleta, dói nas subidas e na piscina só um bocadinho nas viragens. Sendo assim e com a idade a aconselhar-me algum juízo, agora só áuga. De segunda a sábado na piscina e este Domingo, possivelmente, em Sesimbra.
Já tenho saudades de correr. E ando com um feitio intragável. Lamechices...

domingo, 10 de maio de 2009

Menos um...


Um segundo, foi a porção de tempo que tirei ao meu melhor nos 10km. Coruche, terra de Toiros e gente simpática, foi o local da prova, onde desta vez obtive 39m42s, fazendo 46º na geral. Com condições mais duras que em Constância, desta vez apesar de tudo, sofri nitidamente menos, sentindo-me à vontade até ao 6º ou 7º km, depois, foi deixar-me ir. Nos últimos 200 metros onde lutei contra o relógio, as sensações não foram boas, mas quando terminei senti-me bem. Relativamente a outras provas houve outras diferenças. Perspectivando a minha participação no "Circuito dos 3 cântaros", fiz um aquecimento puxadinho de 20m, antes da prova e depois um trote de 10m, ou seja tempo de corrida - 1h10m. Depois disto, um banho (convém) e um almoço de carne cozida de toiro com hortelã acompanhado só de couves, porque a rapaziada da zona diz que a batata faz sono. Comezainas à parte, talvez esteja na altura de repensar o meu treino...e isto para ver no cronómetro, quando acabo, os 38.

domingo, 19 de abril de 2009

Duatlo de Arronches


Tal como um Thor Hushovd, no dia seguir ao Paris-Roubaix, recupero, algumas horas após ter sido projectado sobre os paralelos da bela vila alentejana de Arronches. Algumas escoriações, joelho, anca e cotovelo, dores quanto baste e a minha Bianchi um bocadinho torcida. Mas, claro está, a minha prova não se resume à queda. Nunca tinha participado num Duatlo standard e estava expectante de como reagiria físicamente a um esforço que à partida seria prolongado. Partindo com alguma calma, cedo a perdi, começando a correr o melhor que conseguia e podia. Primeiros 10km de corrida feitos em 39m45s e uma transição rápida, já com elásticos, para um segmento de bicicleta que pretendia superior aos anteriores. Saída do parque, entrada no paralelo, curva feita por dentro, a descer, queda. Demasiado rápido, como qualquer queda. Levantar, pegar na bicicleta , andar e só depois a avaliação. Braço direito muito dorido, cotovelo com mau ar e o guiador com um aspecto estranho. Resultado, pior tempo no segmento de ciclismo, com uma passagem da quarta para quinta volta, lenta, mas lenta. Talvez, por ter dado muito pouco na bicicleta, saí ainda algo confortável para a segunda corrida, onde fiz o 59º tempo com 22m30s, com 165 de batimento cardíaco, mas com pouca força para dar mais. Tempo total da prova 2h41m26s e mais uma etapa realizada, com vista ao objectivo primeiro. Agora, seguem-se corridas e mais corridas, para ver se chego aos 38 antes dos 39.